Bom, gente. Com o sucesso do ruivo da Vivo nas chamadas da operadora, resolvi fazer um breve exercício de imaginação. Sabe aquela propaganda onde ele conhece uma paquera na praia e desde então resolvem trocar ligações??? Pois bem. Eu resolvi imaginar como que seria o comportamento do ruivo em situação de cada um dos doze singnos quando a moça simplesmente resolvesse terminar com ele, como mostrou na chamada onde ela corta as relações com ele. Como que seria a reação dele ao levar um fora em cada uma das situações???? a seguir, os relatos:
ÁRIES - No caso do ruivo da Vivo ser do signo de Áries, ele receberia esta notícia tratando se ser uma ofensa a forma como ela terminou. Ele, depois desta ligação, teria uma atitude impulsiva, de soltar um palavrão e não seria raro ele atirar o seu pobre celular na padere de raiva e estatelá-lo ele todinho, deixando-o em pedacinhos. Mas aí depois ele cataria-o do chão e tiraria o chip dele, para aproveitar em outro celular que por ventura ele adquirir, para aproveitar seus créditos.
TOURO - Se o ruivo da Vivo fosse um taurino, ele aceitaria numa boa o fato dela ter terminado. Mas pra não dar o braço a torcer, ele nunca mais a procuraria. Aliás, ele teria que fazer ela correr atrás dele se quisesse estabelecer contato. Perde a amizade de teimoso só pra não passar a sensação de um coitado ou vítima deste fora que levou.
GÊMEOS - O Ruivo da Vivo geminiano iria partir para os ataques pessoais. Não iria deixar ela terminar de falar e sempre iria pedir a palavra, com tipo: "Agora deixa eu falar e cala a boca...". Aí iria ter muito bate boca, muita DR (Discussão de relação) pra falar e coitada da moça. Se ela for calminha, vai contornando. Se ela for outra que não leva desaforo pra casa, iria entrar na dança dele e o bate boca iria ser inevitável...
CÂNCER - O Ruivo da Vivo canceriano iria partir para chantagem emocional. Ele iria apelar para os sentimentos e chorar muito, dizendo coisas assim: "Eu sempre fui legal, bacana com você, em todas as vezes que trocamos ligações de nossos Vivos, sempre achei que você fosse uma pessoa legal, te tratei com amor e carinho cada palavra sua...", etc, etc, etc... depois disto, ele iria chorar muito suas mágoas de solidão, até encontrar outro Vivo para trocar ligações e esquecer o antigo contato.
LEÃO - Antes da moça pensar em querer terminar com ele, o ruivo da Vivo leonino já termina antes com ela. Quando ele sentir o que estava se tratando, ele vai lá e termina primeiro e ainda diz pra ela: "Eu já tava pensando em tomar esta decisão antes, mas não sabia como você iria reagir se eu tomasse essa decisão... é uma pena mas estou fazendo isso em nome da nossa amizade...", etc, etc, etc... e no final, deixa ela fula e possessa de raiva por causa da impetulância leonina. Pois é...
VIRGEM - O Ruivo da Vivo virginiano já iria partir para o ataque, transformando a mania que a moça tinha antes era charminho, um defeito incorrigível. Ele iria tacar coisas assim nela: "Você é uma metidinha esnobe que não deixa os outros encostarem em você. Muito egoísta e antipática. Eu sou do meu jeito e gosto de mim assim. Agora você se acha a rainha da cocada preta...", etc, etc, etc... e ainda iria insistir em ter uma resposta por parte dela nesta situação.
LIBRA - Caso ele fosse um libriano, ele iria querer ouvir a posição dela numa boa, entender os motivos, mas não iria ser fácil terminar assim com ele. Ele iria tentar argumentar e até tentar convencê-la a continuar com os contatos, "em nome da nossa velha amizade". Caso a situação realmente ficasse insustentável, ele iria ceder e falar: "ok, você quem sabe..." e iria terminar assim desta forma, mas manteriam a amizade.
ESCORPIÃO - Coitada da moça se pegar um ruivo da Vivo escorpiano. Ele iria guardar para si este fora como um soco no cérebro e iria guardar ódio e rancor. E para se vingar, atormentaria ela espalhando o número dela de contato para todas as redes sociais, inclusive o áudio daquela ligação onde ele coloca o seguinte título: "ouça com as palavras dela o dia em que ela prometeu dar pra mim ao vivo e a cores..." e a coitada iria ter que mudar sua vida, trocando o número de seu Vivo para evitar estes aborrecimentos. Minha nossa senhora!!!!!
SAGITÁRIO - Dependendo do humor do ruivo da vivo sagitariano, ele iria propor à moça manterem contato apenas quando a saudade apertar, tipo, ficar de rolinho e casinho, mantendo a amizade até que cada um arrumasse outro número de Vivo para trocar ligações. Depois, um dia eles se reencontrariam, trocando muitos sorrisos e cada um mostrando seus celulares, apresentando os novos números que estão ligando e trocando bônus.
CAPRICÓRNIO - O ruivo da vivo capricorniano iria apenas ouvir, quietinho, e iria dizer num monossílabo seco, apenas a palavra: "Ok!" e iria desligar. Depois, comentaria: "Pôxa, terminar assim numa ligação...". E outra: sem expressar nenhum sentimento de alegria ou tristeza porque afinal, isto é mico, na concepção capricorniana de enxergar as coisas. E iria partir para procurar outro Vivo, mesmo ficando um bom tempo sem falar com ninguém.
AQUÁRIO - O ruivo da vivo, caso ele seja aquariano, ele falaria assim para a moça: "Você não quer mais falar comigo??? Ok.... mas saiba que já tenho outro número da Vivo pra trocar ligações e com você, a fila andou..." constrangida, ela iria propor ficar amigos e talvez ele convidaria ela para ir num ponto de encontro pra conhecer outras pessoas que falam com vivo e ele a apresentaria a eles: "Esta é minha amiga." e aí o ruivo teria outros contatos além dela.
PEIXES - Finalmente chegamos ao ruivo da vivo pisciano. Este, coitado, iria apelar para diversas formas de chantagem emocional. Desde aquele típico: "Eu não sei o que é ligar para outro Vivo..." "Seu número de Vivo é a minha vida..." ou até apelar para os astros, com coisas: "Você é Virgem, eu sou de Peixes, nós dois temos muito em comum...", completando com um clássico: "Não me abandone, por favor...", pedindo a coitada de joelhos e chorando aos pés dela, para fazê-la voltar atrás e continuarem os contatos.
No mais, é isto.... agora se divirtam e boa leitura...
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
sábado, 1 de novembro de 2014
Vamos brincar de teorias de conspiração
Bom, gente. O assunto que vou abordar aqui são as famosas teorias de
conspiração no mundo do esporte. Sempre se tem um episódio isolado que
determina uma conquista ou outra e no final todo mundo contesta este ou aquele
resultado. Ah, cansamos de dizer, que foi tudo entregue, encomendado, o
resultado era outro, era pra beneficiar este ou aquele competidor... em Copa do
Mundo então, sempre tem aqueles que falam que o resultado já está combinado...
e o engraçado é que se o resultado agrada, eles falam que não, não existe esta,
você é doido da cabeça, etc e tal, querendo confundir um pouco mais ainda a
gente. Sendo assim, vou colocar umas pequenas teorias do que eu acho que
aconteceu em determinado resultado. Agora cabe vocês acreditarem ou não. Então
vamos lá...
1)
Campeonato
Brasileiro de 2005 e Copa Libertadores de 2006 – Este é o famoso campeonato
onde ocorreu a manipulação de resultados do árbitro Edilson de Oliveira e que
depois anularam as partidas marcadas por ele e rejogadas, com alguns resultados
diferentes do original. Neste campeonato, Corinthians e Internacional estavam
pau a pau disputando o campeonato e o Corinthians acabou se sagrando campeão,
mas o Internacional, na tabela original, é quem levantaria a taça. No ano
seguinte, o Internacional ganhou a Copa Libertadores da América pela primeira
vez na sua história.
Explicação desta teoria – Na última rodada,
um torcedor gaúcho entrou com uma liminar na justiça comum exigindo que fossem
anulados os jogos remarcados e voltar a tabela original. Com medo de sofrer uma
punição da FIFA e perder a vaga garantida da Libertadores da América (afinal, o
Internacional voltaria depois de 13 anos a disputar o torneio), os dirigentes
do Inter fizeram com que este torcedor voltasse atrás e retirasse a liminar. No
fim, o Corinthians ficou com 3 pontos na frente do Colorado. E o que mais coincide
é que no ano seguinte, o Internacional fatura a Libertadores. Ou seja, poderia
ter aí uma troca de favores. O Corinthians, que estava sempre lutando para
conseguir este torneio, ter negociado com os dirigentes do Inter e entrado num
acordo com a CBF e a Conmebol. Ou seja, o Corinthians fica com o Brasileiro,
mas repassa a Libertadores de 2006 para o Internacional. Assim, ambos ficariam
contentes e o Inter acabou aceitando depois. Afinal, um torneio continental
vale mais do que um torneio nacional para os torcedores.
2)
Campeonato
Brasileiro de 2004 – No ano anterior a este episódio, os envolvidos no título
eram Santos e Atlético PR. No final, o Santos ganha o título com um show de
Robinho, alavanca a carreira de Vanderlei Luxemburgo para treinar o Real Madrid
ainda no final daquele ano.
Explicação desta teoria – A mãe de Robinho
foi sequestrada faltando pouco mais de cinco rodadas para o fim do campeonato.
Como expliquei, Santos e Atlético PR estavam pau a pau disputando o título.
Robinho é afastado do Santos enquanto não se resolvesse a pendência. De
repente, na véspera da decisão do campeonato, a mãe de Robinho é libertada. Com
ela libertada, Robinho volta, com mais alegria ainda para jogar, e fatura o
campeonato, numa destas histórias de hollywood para todo mundo ver e assim
consagrar um jogador e alimentar a teoria de que tentaram de tudo para tirar o
título do Santos naquele popular “contra tudo e contra todos”. Mas por que
então resolveram escolher soltar a mãe de Robinho somente na véspera da
final????
3)
Grande
Prêmio do Brasil de Fórmula 1 de 2007 – O título foi decidido entre três
pilotos: a dupla da McLaren Fernando Alonso e Lewis Hamilton estava
confrontando contra o piloto da Ferrari, o finlandês Kimi Raikonnen. O
finlandês, considerado azarão por muitos, porque estava na pior situação na
tabela do campeonato, acaba virando espetacularmente o campeonato com uma
vitória na etapa final em Interlagos.
Explicação desta teoria – O campeonato de
Fórmula 1 de 2007 ficou marcado por um escândalo de espionagem de engenheiros
da McLaren contra a equipe Ferrari, onde Fernando Alonso colaborou com as
investigações por mágoa da equipe estar o preterindo em favor de Lewis
Hamilton. A FIA decidiu excluir a McLaren do campeonato de construtores, mas
manteve a dupla da equipe disputando o título, pois iria ficar muito na cara se
a FIA resolvesse excluir os pilotos também. Mas com a condição de que eles
perderiam o campeonato na reta final para o Kimi Raikonnen. Depois de uma prova
muito disputada, com troca de posições, a tabela dos pilotos ficou assim no
final com Kimi Raikonnen com 110 pontos e a dupla da McLaren Fernando Alonso e
Lewis Hamilton ambos empatados com 109. Se tivesse ganho qualquer um dos
pilotos da McLaren, iria ficar a sensação de premiar um piloto de uma equipe
que trapaceou nos bastidores. Assim, ganhando Kimi Raikonnen, a FIA garantiria
a legitimidade do campeonato.
4)
500
milhas de Indianápolis de 2002 – A corrida estava chegando até o seu fim quando
Hélio Castroneves da Penske estava sendo ameaçado na liderança por Paul Tracy,
da equipe Green. Na volta 198, na Curva 3, quando Paul Tracy estava
ultrapassando Hélio, houve um acidente em outro ponto da pista e foi acionada
bandeira amarela, onde as ultrapassagens são proibidas e ficou assim até a
volta 200 e última, com Hélio Castroneves respirando aliviado e faturando sua
segunda vitória na famosa prova. A equipe Green ainda tentou recorrer, alegando
que Paul Tracy já tinha ultrapassado Hélio antes do acionamento da bandeira
amarela e portanto, a vitória tinha que ser de Paul Tracy.
Explicação desta teoria – A Indy naquela
época vivia uma guerra interna entre duas categorias: A CART (conhecida no
Brasil como Fórmula Mundial) e a IRL (a Fórmula Indy controlada pelas 500
milhas). Mas eles estavam tentando uma reaproximação, tanto é que equipes da
CART foram aceitas para correr na prova. Em 2000 e 2001, as equipes da CART se saíram
melhor sobre as equipes da IRL na prova e a briga entre Hélio Castroneves e
Paul Tracy era uma briga também das duas categorias. Hélio guiava para a
Penske, que representava a IRL. Paul Tracy era da Green, equipe da CART. Para
não acontecer uma terceira vitória de uma equipe da CART em três anos seguidos,
a organização resolveu dar um empurrãozinho, favorecendo indiretamente Hélio
Castroneves. As câmeras viram que Paul Tracy já tinha ultrapassado Hélio, mas
eles alegaram que Tracy ultrapassou sob bandeira amarela. No ano seguinte, a
Green, rebatizada de Andretti Green, foi aceita como equipe da IRL e colecionou
vitórias e títulos. Mas Paul Tracy, desgostoso por ter sua vitória tirada da
organização das 500 milhas, resolveu não migrar-se para a IRL enquanto
existissem duas Fórmulas Indy, e foi ganhar corridas numa decadente Fórmula
Mundial, ficando por lá até 2007.
5)
Mundial
de Clubes 2011 – O Mundial no Japão foi decidido entre Santos (campeão da
Libertadores) e Barcelona (campeão da UEFA Champions League). A expectativa no
Brasil e no mundo era enorme para este jogo. O craque Neymar do Santos, seria
finalmente testado num jogo de nível mundial, duelando contra a estrela do
Barcelona, o argentino Lionel Messi. Chega o jogo, o Barcelona ganha de 4 x 0
com show de Messi e o time do Santos, incluindo Neymar, não vê a cor da bola,
voltando para o Brasil, com o vice campeonato.
Explicação desta teoria – Logo depois do
Santos ter ganho a Taça Libertadores, criou-se uma expectativa enorme para o
duelo entre Neymar x Messi. A imprensa brasileira ficava o tempo todo falando
deste jogo e falando que o Santos era sim capaz de fazer frente ao Barcelona.
Teve até jogador santista que disse “vamos ver se eles é tudo isso que estão
dizendo..." Naquele ano de 2011, vieram as primeiras conversas sobre uma
possível transferência de Neymar ou para Barcelona ou para Real Madrid e no
final, ele fica no Santos para a disputa do Mundial. Neymar acabaria indo para
o Barcelona somente em 2013 e logo depois da transferência já ter sido
concretizada, vieram as primeiras notícias e revelações de bastidores de que
Neymar já tinha um pré-contrato assinado com o Barcelona ainda em 2011, ano do
Mundial onde Santos e Barcelona jogariam o Mundial. Talvez, quando os dois
times se encontraram na final, o Barcelona deve ter lembrado o Neymar sobre
este pré-contrato e então o jogador ter “tirado o pé” para não comprometer
qualquer tipo de acordo mais lá pra frente... quem é que sabe????
Bom, estes são só alguns exemplos. Agora
vocês podem ver e decidirem se isto tem um pouco de fundamento ou são só coisas
da cabeça deste colunista aqui. É aguardar e ver...
sábado, 18 de outubro de 2014
Carros verdes no automobilismo - curiosidades e lendas
Bom, gente. Estava aqui
pensando olhando sobre os carros que competem nas diversas categorias, as cores
presentes e notei uma coisa: os carros com predominância de cor verde.
Esta cor parece que está
tipo enfrentando uma seca de conquistas desde os tempos de Jim Clark e sua
Lotus dos anos 1960. A verdade é que depois que entraram na moda os
patrocinadores, as equipes deixaram de ter as cores padrões delas. Por exemplo,
a Lotus era verde escura. A Brabham o azul, a McLaren, o laranja, a BRM, o
preto, etc e etc.
Depois que entraram os
patrocinadores, parece que a cor verde tem se tornado uma cor muito agourenta
ou representando poucos resultados. E então eu resolvi criar este texto para
lembrar de exemplos de carros de cor verde em algumas categorias.
Vamos começar pela
Benetton. A grife de roupas resolveu se aventurar na Fórmula 1, primeiro como
patrocinadora, depois como dona de equipe. Em 1983, ela começou sua aventura na
categoria, patrocinando a Tyrrell. Naquele ano, no GP de Detroit, o saudoso Michele
Alboreto obteve a última vitória da equipe na Fórmula 1.

Voltando um pouco antes,
em 1991, marcou a estréia de uma equipe que estava ganhando corridas nas
categorias de base. A Jordan Grand Prix fechou para aquele ano um patrocínio de
refrigerantes da marca Seven Up, com isso a primeira cor teve que ser o verde.
Com este carro, a Jordan foi a equipe revelação do ano e teve bons momentos,
principalmente nos GPs da Hungria, onde o luxemburguês Bertrand Gachot cravou a
melhor volta da corrida. Mas foi no GP da Bélgica que a equipe teve maior
destaque. Esta corrida marcou a estréia de nada mais nada menos de um
alemãozinho chamado Michael Schumacher, que roubou a cena na classificação. O
problema é que a corrida dele durou apenas 500 metros.
Mas foi nesta mesma
corrida que o veterano Andrea de Césaris, por pouco não venceu a corrida. Ele
estava em segundo lugar, pressionando o líder Ayrton Senna, que estava com
problemas no câmbio. Mas o motor Ford Cosworth do carro de De Césaris quebrou
na penúltima volta e acabaram as esperanças do veterano italiano vencer pela
primeira vez uma corrida de Fórmula 1.
Outros exemplos de
carros verdes foram a própria Lotus, mesmo depois de passar a ter patrocínio,
teve algumas temporadas com pouco destaque, usando carros verdes, a equipe
Jaguar de 2000 a 2004, com poucos resultados expressivos, e a atual Caterham,
que desde que estreou na Fórmula 1 em 2010 (ainda com o nome de Lotus Racing)
até este ano, não marcou sequer um ponto.
Na Fórmula Indy, os
carros têm uma característica de multi cores, mas temos alguns exemplos de
carros verdes. Destaque para os carros da marca Quaker State, de predominância
verde. Em 1992, o colombiano Roberto Guerrero, cravou a pole position para as
500 milhas de Indianápolis daquele ano, mas na corrida, bateu na volta de
apresentação e aquecimento de pneus. A marca ainda esteve presente na Indy (CART
e Champ Car) e IRL (com os Lola Menard de 1996 e também nos carros até 1998). A
marca faturou somente duas vitórias na Indy em sua totalidade (uma em 1989 com
a Porsche e outra em 1997 pela equipe Menard).
Quem também correu de
verde foi a equipe Andretti Green, anteriormente chamada de Green, primeiro com
a marca de cigarros Kool e depois com o patrocínio da 7 – Eleven, inclusive foi
com um carro de cor verde e branca que Tony Kanaan faturou o título de 2004 da
indy (Fase IRL), cores que ficaram com Tony Kanaan até 2010, e mesmo quando ele
mudou-se para a Lotus KV em 2011, também continuou correndo de verde. Naquele
ano de 2011, a KV fez uma associação com a marca Lotus e usou carros de cor
verde naquela temporada.
Outro exemplo de maior
destaque foram os carros da marca Go Daddy primeiramente com Danica Patrick e
depois com James Hinchicliffe. Mesmo tendo ido para a Nascar, Danica Patrick
continuou a defender a marca, usando assim também, carros de cor verde.
Outros exemplos de cor
verde foram com a Simona de Silvestro na HVM (equipe originária da antiga
Herdez da Fórmula CART, que sempre teve carros de cor verde predominante), os
carros de Adrian Fernandez na CART até 2003 e na IRL em 2004, o Ed Carpenter na
própria equipe, entre outros...
Em outras categorias,
tivemos sim uma vitória de um carro com a Mazda, que tinha patrocínios e cores,
entre elas, o verde, no ano de 1991, marcando a vitória de um carro com motor
rotativo. E aqui no Brasil, também tivemos alguns adoradores do verde. Ingo
Hoffmann na Stock Car, teve durante muitos anos, carros multicores, incluindo o
verde. E o brasileiro Christian Fittipaldi, palmeirense convicto, correu na
Indy em 1995 com um carro onde o destaque era o design da bandeira do Brasil, e
claro, o verde predominante, onde ele faturou o segundo lugar nas 500 milhas de
Indianápolis daquele ano.
E para encerrar, o
próprio Christian, lembra que eu falei que ele era palmeirense??? Pois bem...
ele correu na Stock Car, inclusive com um carro pintado com o símbolo e as
cores do Palmeiras. Ah, e por falar em Palmeiras, o Presidente Paulo Nobre,
poucos sabem, foi piloto de Rally e sempre corria com o carro com as cores do
seu time.
Pois é... estes são
exemplos de como a diversidade nas cores é interessante e também interessantes
as curiosidades sobre as cores. Encerro aqui esta coluna, mas vocês podem
apreciar as fotos destes carros de predominância de cor verde. É isto...
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
O que esperar do São Caetano de hoje
Bom,
gente. Mês de Outubro de 2014 nós estamos entrando e neste mês, o que me chama
a atenção é que no final deste mês vão se passar exatamente dez anos do divisor
de águas de um time que no começo dos anos 2000 foi brilhante e que chamava
muito a atenção naquele período. Estou falando do São Caetano, campeão paulista
de 2004, vice do Brasileiro de 2000 e 2001 e vice da Libertadores de 2002.
Lembro-me
do clube ter disputado nos anos de 1990 vários campeonatos de Segunda Divisão
de São Paulo com veteranos como Luis Pereira (o Luis Chevrolet da Academia do
Palmeiras) e Serginho Chulapa (ex-São Paulo e Santos, entre outros clubes),
ainda com o uniforme vermelho e o patrocínio das Casas Bahia. Logo depois, veio
o uniforme azul que virou a marca do time. O São Caetano surgiu para o Brasil assim
de repente no final do ano de 1999, feito uma campanha de destaque na Série B e
que por pouco não subiu para a Série A. Mas foi no módulo amarelo da Copa João
Havelange de 2000 que veio o início da ascensão deste clube. Um time que tinha
alegria de jogar e que impressionava a sua ascensão pelo pouco tempo de vida e
de estar ali incomodando os grandes do futebol brasileiro.
Ainda
naquele ano de 2000, graças ao regulamento, o time saltou da Série B (o módulo
amarelo) direto para a Série A no mesmo ano e derrubou os grandes do módulo
azul. Palmeiras e Grêmio caíram perante ele nos mata-mata e na final, o jogo
mais importante da vida deles, contra o Vasco da Gama, na final da Copa João Havelange.
O time não ganhou o campeonato e até hoje o pessoal, torcedores e quem gosta do
futebol, lamenta muito por isto.
Lembro-me
de que por muito tempo o azulão, como era conhecido o time, foi chamado de “asa
negra corinthiana” porque o Timão dificilmente ou raramente conseguia derrotar
o time do ABC e este aplicava muitas surras no Corinthians... e não tinha uma
torcida assim tão enorme, pelo contrário, só lotava mesmo o estádio quando o
trio de ferro paulista (Corinthians, Palmeiras, São Paulo) ou o Santos jogavam
no Anacleto Campanella.
Cara, o
time quase ganhou a Libertadores em 2002. Perdeu porque caiu no jogo do oba oba
da imprensa “especializada”, da mídia “entendedora do assunto” e no jogo de
bastidores do Olímpia. Lembro-me bem daquela decisão. Depois de ter ganho fora
de casa lá no Defensores Del Chaco, todo mundo falava.... não tem pra
ninguém... o São Caetano é o time do momento e merece ganhar.... pois é....
veio no Pacaembu, talvez pela pressão que teve de decidir um torneio importante
como era a Libertadores, eles caíram como pato na provocação do jogo de
bastidores do Olímpia, um clube que naquele ano, estava comemorando seu
Centenário e que já tinha experiência de vários torneios internacionais.
Acabaram perdendo uma Libertadores praticamente ganha no Pacaembu. E com isto,
perdeu a oportunidade de enfrentar no Japão no final daquele ano o galáctico
time do Real Madrid de Zidane, Ronaldo, Casillas, Figo e Beckham, entre outras
estrelas... até hoje penso se esses dois times se enfrentassem o que seria o
jogo...
Pois
é.... o São Caetano era grande, o Corinthians era pequeno, todo mundo dizia
isso.... Vários treinadores bons estiveram no clube como Jair Picerni, Tite e
Muricy Ramalho... o time tinha um modelo de administração que todo mundo falava
que era o futuro do futebol e que deveria ser inclusive copiado pelos grandes
do futebol brasileiro... lembro-me de uma vez que o dirigente corinthiano
Antônio Roque Citadini disse que o São Caetano não era exemplo pra ninguém...
foi taxado de invejoso e falaram que ele estava com dor de cotovelo pelo
sucesso que o São Caetano estava tendo naquele período...
Mas tudo
isto mudou quando o Serginho, meio de campo do São Caetano, morreu em campo numa
imagem dramática e que percorreu o mundo num jogo contra o São Paulo no
Morumbi.... isto faz exatos 10 anos, em 27 de Outubro, poucos dias depois de
seu aniversário... Depois veio a decadência. O time perdeu pontos em 2004,
depois vieram os rebaixamentos tanto no Paulista quanto no Brasileiro e esta
semana, o time acabou de cair e vai disputar a Série D de 2015 (equivale à quarta
divisão do campeonato brasileiro). E se não conseguir acesso de volta para a
Série C em 2016, nem Série D vai disputar. Fora que hoje no Paulista ele está
na A2 (a segunda divisão)....
Hoje
ninguém mais ouve falar neste time. É lamentável e tanto que se gabavam de
falarem que o time era grande, hoje o time não é nem sombra do que foi um time
que antigamente chegou a ser apelidado de “Showcaetano, o pequeno gigante”. Lembro
que por muitas vezes os palmeirenses até se gabavam do fato do hino deles ser
uma cópia do hino do Palmeiras e consideravam o time uma espécie de “filial do
Palmeiras” pelo relacionamento que os diretores de ambos os clubes tinham entre
si...
Bom, é
lamentável isto mesmo e hoje o time luta apenas para sobreviver... triste
isso... triste pelo que foi um dia o São Caetano, assim como outros times do
interior de São Paulo que também tiveram sucesso por um breve período, afundando-se
cada vez mais no futebol brasileiro...
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