sábado, 7 de novembro de 2015

Como o mundo dá voltas no automobilismo...

Bom, gente. Volto a escrever algumas linhas depois de ver uma polêmica na Fórmula 1. É sobre as declarações de Lewis Hamilton sobre Michael Schumacher, que deram o que falar nesta última semana. 

Hamilton sempre se declarou fã de Ayrton Senna em várias ocasiões e quando ele questionou os méritos do heptacampeão Michael Schumacher de suas vitórias e títulos, parece que o piloto inglês, agora tricampeão, ganhou uma legião de odiadores, principalmente dos fãs Schumistas do mundo inteiro, dizendo que Hamilton era louco de não querer respeitar o momento que Schumacher está passando...

Vendo por esta lógica, lembro de muitas vezes, principalmente quando Ayrton Senna (o ídolo de Hamilton) morreu e Michael Schumacher passou a ganhar tudo na Fórmula 1. Vieram a maior onda de críticas e também de esculhambação da memória do piloto brasileiro por parte das "noivas" Schumistas, que chamavam os torcedores fãs do Ayrton Senna de "viúvas" porque teimavam em querer elogiar Senna e os grandes méritos do tricampeão, desmerecendo as conquistas do piloto brasileiro, diminuindo os méritos dele.
 

 O esporte preferido dos fãs Schumistas (isto inclui os brasileiros fervorosos que adotaram Schumacher como ídolo) era de querer fazer comparações entre um e outro, com coisas tipo: "Senna foi tricampeão e morreu com 34 anos, o Schumacher se sagrou tetra com 33", e coisas assim... a maioria deles não respeitava Ayrton Senna e as conquistas dele, sempre diminuindo o caráter do piloto que já não estava mais entre nós, chegando com picuinhas e querer deflagrar debates de ódio e raiva contra os sennistas. Afinal, Schumacher estava ganhando tudo e era necessário para eles pisar em cima do Ayrton Senna, humilhar o piloto brasileiro, com desculpas até da sexualidade do Ayrton, para comparar com Schumacher, dizendo que o alemão era um modelo a seguir de família bem constituída, ao contrário de Senna, que não fez questão de deixar um herdeiro nas pistas.
 

 E não era só isso... no áureo período de conquistas de Schumacher, tudo que era notícia relacionada a ele era tratada como a glória celestial de um grande homem que merecia tudo, onde entre outras baboseiras e tudo o mais, diziam que ele iria ganhar um "contrato vitalício", que ele iria continuar ganhando corridas até os 50, 60 anos, que ele voltou para dar côro nos mais novos e que os garotos tinham muito o que aprender com o mestre Michael Schumacher.
 
Agora vieram as declarações de Lewis Hamilton, que jamais faria o que Michael Schumacher fez para ser campeão. Pra que, né??? Onda de ódio e críticas dos fãs Schumistas. Não estou aqui querendo fazer o papel de advogado, mas o que eles aprontaram com Ayrton Senna quando Schumacher ganhava tudo e o Senna não podia se defender porque já não estava mais entre nós, agora esse mesmo povo vem querer esculhambar Lewis Hamilton só por causa de uma declaração. Ou seja, os Schumistas podiam vir e esculhambar o Senna morto. Agora outro piloto não pode sequer falar uma palavrinha contra um Schumacher vegetativo que eles já querer ser Deus...
 
Pois é... e nessas e muitas outras, a gente vê como o mundo dá voltas nesta vida...
 
É isto... valeu!!!!

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Outra análise dos personagens da Disney através do Zodíaco

Bom, gente... por causa do post anterior, que eu fiz uma pequena análise de personagens da Disney através dos signos do Zodíaco, achei mais alguns. E por isto mesmo, postarei agora o resultado. Boa leitura.


MINNIE (18/11/1928) – Escorpiana com Lua em Aquário. Versão feminina do Mickey, namorada e co-irmã dele. Também é inteligente como o Mickey, usa muitas vezes a sua intuição para conseguir o que quer e não desiste até atingir seus objetivos. Constituiu um relacionamento firme e duradouro com o namorado que perdura até hoje, ambos sendo fiéis um ao outro. É parceira de Mickey no trabalho, nos casos policiais que ambos trabalham, formando uma dupla onde um consulta o outro e trabalham em um objetivo em comum. Graças à intuição que possui, consegue desvendar muitos mistérios, dividindo com o Mickey os louros da vitória. Amizades com autoridades e policiais. Como tem a mesma Lua em Aquário, é muito requisitada em atividades de grupos, seja no show business ou entre pessoas de grande influência para os mistérios a desvendar. Também dá a liberdade que seu namorado precisa na vida tanto profissional, quanto pessoal, rolando o mínimo de ciúmes, através da confiança e respeito que é recíproco.




HUGUINHO, ZEZINHO E LUISINHO (15/04/1938) – Arianos com lua em Escorpião. Inteligentes, dominam muitos conhecimentos em diversos assuntos. Impulsivos e hiperativos, os três resolvem as diferenças entre eles na base da pancadaria até acharem um denominador em comum. Não gostam de obedecerem às ordens nem ser colocados em cabresto. Gostam de ação e aventuras, por isso, fazem muitas viagens com seu Tio Patinhas. É o que eles querem e acham, pronto e acabou, muito dificilmente mudam de opinião. A lua em Escorpião o faz serem teimosos e quando não gostam de determinada pessoa ou vêem alguma injustiça, arquitetam um plano ou para vingança pessoal ou para dar uma lição a outra pessoa, nem que isto custe ferrar com algum amigo ou parente para aplicar esta lição. São muito ligados a questões familiares e também fiéis às parceiras amorosas.



PROFESSOR LUDOVICO (24/09/1961) – Libriano com lua em Áries. Calmo, conciliador e pacifista. Gosta de dialogar e entender as pessoas. Possui conhecimentos para atuar em psicologia ou psiquiatria. Mas também tem o defeito de ceder e fazer concessões em determinadas situações para evitar uma briga feroz. Muito desligado e às vezes apresenta uma memória curta e certo desleixo com as suas atitudes. A Lua em Áries o faz se tornar uma pessoa muito inteligente, pioneira e com conhecimentos vastos em diversos assuntos. Também o faz querer ficar em evidência, comportando-se muitas vezes como o dono da verdade. Ele também perde a calma quando muito provocado, a ponto de tomar algumas atitudes impensadas que depois ele mostra arrependimento.










GASTÃO (11/01/1948) - Capricorniano com lua em Capricórnio. Esnobe, antipático, celibatário, reservado. Gosta de se vestir bem, de ostentar do bom e do melhor e também gabar-se de ter um status. No caso, o de Pato mais sortudo do mundo. Consegue ter êxito no financeiro através da sorte e é bastante econômico com o seu dinheiro. É fissurado na Margarida, mesmo sabendo que ela é compromissada com o Donald. Adora competir contra seu primo Donald em tudo só para ter o prazer de vê-lo se estrepar. Também não consegue colecionar muitas aventuras amorosas. Prefere sofrer por alguém, mesmo sabendo que o seu amor não é correspondido, do que procurar outras pessoas. É medroso, não gosta de pegar no batente, preferindo que a sorte trabalhe por ele. A lua no mesmo signo que o sol o torna uma pessoa com um modo de vida com pouquíssimos ou quase nenhum amigo. Não é muito sociável devido ao seu modo reservado. Também guarda um certo rancor com situações cotidianas que não dão certo. Também é muito supersticioso e suas superstições acabam dando certo para ele. 

Bom, é isto... boa leitura...

domingo, 26 de julho de 2015

Quinze jogadores que foram queimados na seleção brasileira

Bom, gente. Passados os temas de Copa do Mundo, Copa América, 01 ano de 7 x 1, aniversário de Maracanazzo, entre outras coisas, estava lembrando de Seleção Brasileira nestes dias. Afinal, é sonho de qualquer jogador brasileiro querer jogar na seleção um dia. Mas o que noto é que muitas vezes aparece cada jogador na lista de convocados, dependendo da cabeça de técnico que está lá no momento, e alguns deles, por um motivo ou outro, acabam sendo queimados e depois nunca mais lembrados em vestir a amarelinha. Com base nisto, resolvi lançar uma pequena listinha (queria que esta lista fosse maior, mas não é possível lembrar-se de todos) de jogadores que defenderam a seleção e depois foram crucificados pelo peso da camisa e nunca mais vestiram ela. Aí vai então:



WLADIMIR – O grande ídolo do Corinthians nos anos 1970 e 1980 foi convocado para um jogo das Eliminatórias da Copa de 1978 contra a Colômbia pelo então técnico Oswaldo Brandão. O empate sem gols foi um sacrilégio para os torcedores e crítica esportiva, que trataram de crucificar o lateral corinthiano nesta partida e considerá-lo bode expiatório do resultado (na época não se admitia a seleção brasileira empatar contra os colombianos em hipótese nenhuma), custando inclusive o emprego de Brandão como técnico da seleção. Depois disto, ele nunca mais foi lembrado para vestir a amarelinha.

SERGINHO CHULAPA – O centroavante polêmico, na época do São Paulo, acabou se tornando o titular de última hora na Copa de 1982 na Espanha. Porém, o jogador não teve aquele faro de gol na Copa que todo mundo esperava dele, e pra piorar, o técnico Telê Santana quis meio que domesticar o jogador para que ele não se esquentasse muito com as provocações de adversários, pois o jogador era de temperamento forte. Terminou a Copa, o jogador foi considerado um dos culpados pelo fracasso e com isto, não foi mais convocado.

WALDIR PÉREZ – O goleiro são paulino foi designado com a responsabilidade de fechar o gol daquela seleção que encantou o mundo na Copa de 1982, apesar de ter perdido. Mas ele não foi poupado das críticas, principalmente depois do frango contra a extinta União Soviética na estréia do Brasil na Copa. Nunca mais ele foi lembrado da seleção depois da fatídica derrota para a Itália.

RINALDO – Centroavante que estava começando no Fluminense, o jogador tinha algumas chances na seleção de Falcão após a Copa de 1990. Num amistoso comemorativo de 50 anos de Pelé, porém, sepultou sua carreira na seleção. Depois daquele jogo, ele foi acusado de não ter dado um passe para Pelé em situação real de gol e ser fominha em chutar direto para arriscar o gol. Acabou errando e taxado pela imprensa como “aquele que f**** o Pelé”. Este lance causou muita polêmica no futebol mundial.

CARECA BIANCHESI – O então centroavante do Palmeiras foi convocado algumas vezes na seleção do técnico Falcão para a Copa América de 1991, mas não conseguia repetir as boas atuações em clubes. A gota d´água foi no jogo contra a Argentina, onde Careca entrou no segundo tempo e com um minuto de jogo, arrumou uma expulsão por ter dado uma cotovelada no argentino Ruggieri. O narrador brasileiro ficou tão possesso com a expulsão que vociferou ao vivo para a CBF para ele nunca mais ser convocado na vida. E de fato nunca mais foi.

MARCO ANTÔNIO BOIADEIRO – Jogador artilheiro do Cruzeiro, ele foi convocado para a Copa América de 1993 e estreou justo contra a Argentina, onde errou um pênalti que decretou a eliminação da seleção brasileira do torneio. Depois disto, nunca mais foi lembrado para a seleção.

TÚLIO MARAVILHA – Artilheiro do Botafogo, ele era presença constante nas convocações de Zagallo depois da Copa de 1994. Mas a sua participação com a camisa amarelinha acabou depois da Copa América de 1995, onde ele perdeu um pênalti na final contra o Uruguai que fez perder o título para a Celeste Olímpica.

MARCELINHO CARIOCA – Ídolo do Corinthians, a imprensa insistia para que Zagallo o convocasse para a Copa de 1998. Acabou sendo ignorado pelo velho lobo. Com Luxemburgo no comando, chegou a ser lembrado em poucos amistosos, mas uma briga que ele teve com o treinador ainda no Corinthians durante o Campeonato Brasileiro de 1998 acabou sepultando de vez todas as oportunidades que era para ter na seleção brasileira.

JACKSON – Meio campista promissor do Sport Recife, foi contratado como reforço do Palmeiras para a Libertadores de 1999. Foi o que chamou a atenção de Vanderlei Luxemburgo, que o convocou para um amistoso, numa convocação polêmica na época, onde acusaram Luxa de querer tirar proveito financeiro do jogador. Por causa desta polêmica, ele sequer entrou em campo neste amistoso e depois disto, nunca mais foi lembrado para outras convocações.

MARCOS ASSUNÇÃO – Meio campista de armação, na época jogando pelo Santos, era presença marcante na seleção de Vanderlei Luxemburgo. Porém, na derrota para o Chile nas Eliminatórias de 2002, o time inteiro não viu a cor da bola e o narrador brasileiro elegeu Assunção como bode expiatório da péssima atuação. Depois, para a seleção, encerrou a carreira ali mesmo. Até hoje, o jogador guarda rancor e ódio do narrador por causa disto, considerando-o o grande culpado por não ter mais sido convocado.

DIEGO RIBAS – Meio campista que fez dupla com Robinho nas conquistas santistas dos anos 2000, foi convocado para a seleção pré-olímpica que disputava uma vaga para as Olimpíadas de 2004 em Atenas pelo técnico Ricardo Gomes. O Brasil não conseguiu a vaga para os Jogos Olímpicos e o jogador acabou sendo crucificado em termos de seleção graças a uma foto polêmica com o seu amigo Robinho na concentração da seleção.

FELIPE MELLO – Volante da era Dunga dos anos 2000, era muito criticado por seu estilo viril e violento de jogar. A crítica jornalística temia uma expulsão dele na Copa de 2010 que acabou se concretizando no jogo contra a Holanda, que acabou eliminando o Brasil daquele Mundial. Depois disto, o nome de Felipe Mello virou tabu para a título de seleção brasileira.

PAULO HENRIQUE GANSO – Nos tempos de Santos com Neymar, era presença marcante na seleção de Mano Menezes. Foi ele ir para o São Paulo e Mano ser demitido, nunca mais foi lembrado pelos sucessores de Mano. Até hoje existem jornalistas que não entendem como Ganso nunca mais foi lembrado na seleção.

DOUGLAS – Meio campo de Corinthians e Grêmio, chegou a ser lembrado nas primeiras convocações de Mano Menezes depois da Copa de 2010. Porém, uma falha num amistoso contra a Argentina nos acréscimos que resultou no gol da vitória dos hermanos acabou sendo fundamental para que ele perdesse crédito para a seleção brasileira.

PAULINHO – Destaque do Corinthians no título da Libertadores de 2012, era peça fundamental do técnico Felipão no meio de campo da seleção na campanha do título da Copa das Confederações de 2013. Porém, na Copa do Mundo de 2014, Paulinho não conseguiu repetir o bom futebol que tinha apresentado antes e foi duramente criticado pela torcida e pelos jornalistas, que fizeram côro para que ele saísse da seleção. Com o fracasso brasileiro, Paulinho amargou o esquecimento com a camisa do Brasil.

Bom, por enquanto é isto.

Valeu!!!!!

terça-feira, 16 de junho de 2015

E o número dois acabou esquecido e abandonado...

Bom, gente. Hoje nesta coluna vou falar um pouco sobre algumas mudanças em regulamento que aconteceram nestes últimos anos... reparei que depois que a FIA adotou que cada piloto seguisse um número desde 2014 para seguir na carreira, alguns números surgiram como caras novas nas Fórmula 1. Números que em sistemas anteriores de numeração jamais estariam vivos, este é o caso de números mais altos, como 55, 77, 98, 99, etc, etc...



Pois bem, com a liberdade que os pilotos agora têm de escolherem seus próprios números, vimos ano passado por exemplo, o Lewis Hamilton se sagrar campeão guiando um carro de número 44, coisa que jamais viríamos anos atrás. E justamente alguns números acabaram ficando esquecidos. Este é o caso do número 2, que sempre atormentou muito piloto.

Para se ter uma idéia de como os tempos mudaram, antes, a FIA proibia o uso do número 13 por representar um número de azar. Mas depois que a entidade liberou o número que quisesse usar daqui pra frente, teve piloto que resolveu adotar justo o número 13, mas ninguém gosta de usar o número 2, por exemplo. Houve uma inversão de valores. Mas por que o número 2 passou a ser tão mal falado e abominado pelos pilotos???



A explicação se deve justamente nos sistemas de numeração anteriores que estavam em vigor. O piloto campeão usava obrigatoriamente na temporada seguinte o número 1, de primeiro. E seu companheiro de equipe passou a usar obrigatoriamente o número 2, ou seja, ficou marcado por ser o companheiro de equipe do campeão. Não muito bem visto pela categoria. Num mundo onde existem na equipe o papel de primeiro e segundo piloto, justamente o piloto que ficava com a incumbência de ser o companheiro de equipe do piloto campeão tinha que carregar este fardo nas costas, ser o que chamamos de "capacho" do piloto campeão, aquele que tinha que obeceder às ordens da equipe para que o número 1 ganhasse as corridas.

Mas nem sempre foi assim. Também tivemos um exemplo de número 2 acabar se sagrando campeão. Dos quatro títulos de Alain Prost na Fórmula 1, três foram com ele ostentando o carro de número 2 (1985, 1989 e 1993). Parece que Alain Prost foi uma exceção no seu tempo, conseguindo desafiar a estigma de ser o número 2, o segundão da equipe e ele conseguiu mostrar que o 2 também poderia ser campeão.



Para os pilotos brasileiros, este número, porém, não traz muitas boas recordações. Foi com este número que Ayrton Senna guiou as suas três últimas corridas na Williams Renault até sofrer o acidente fatal em 1994. Felipe Massa na Ferrari no ano de 2008 quase faturou o título em Interlagos, ficando marcada a sua última vitória num dia de Finados daquele ano. O brasileiro lamenta até hoje o Timo Glock não ter segurado Lewis Hamilton nas últimas curvas, com o título mais ganho dos últimos tempos sendo perdido.

Mas, para o torcedor brasileiro mesmo, falou de número 2, eles lembram de Rubens Barrichello. Sua estadia na Ferrari como companheiro de equipe do Michael Schumacher o marcou como o piloto que mais usou este número desde que a Fórmula 1 adotou a numeração fixa de 1973 a 2013 (Barrichello usou o número 2 de 2001 a 2005 na Ferrari). Pobre Barrichello, acabou pagando pelo jogo de equipe da Ferrari, desempenhando o papel de companheiro e escudeiro do multicampeão alemão e com isto falou de número 2 no Brasil, o pessoal o associa ao nome dele.

O fato é que, depois que a FIA liberou a numeração para os pilotos usarem os números que quiserem, o número 2, marcado negativamente na categoria, acabou com isto pagando os seus pecados. Muitos pilotos de talentos tão díspares acabaram usando este número. E hoje, o número 2 acabou ficando esquecido e abandonado, onde ninguém quer saber de ostentar este número, com medo de ficar marcado como um piloto de pouco talento e ver suas vitórias se escassearem...

Pilotos que usaram o número 2 (desde 1973 a 2013)
1973 - Ronnie Peterson (Lotus Ford)
1974 - Jacky Ickx (Lotus Ford)
1975 - Jochen Mass (McLaren Ford)
1976 - Clay Regazzoni (Ferrari)
1977 - Jochen Mass (McLaren Ford)
1978 - John Watson (Brabham Alfa Romeo)
1979 - Carlos Reutemann (Lotus Ford)
1980 - Gilles Villeneuve (Ferrari)
1981 - Carlos Reutemann (Williams Ford)
1982 - Riccardo Patrese (Brabham Ford)
1983 - Jacques Laffitte (Williams Ford)
1984 - Teo Fabi, Corrado Fabi e Manfred Winkelhock (Brabham BMW)
1985 - Alain Prost (McLaren TAG)
1986 - Keke Rosberg (McLaren TAG)
1987 - Stefan Johansson (McLaren TAG)
1988 - Satoru Nakajima (Lotus Honda)
1989 - Alain Prost (McLaren Honda)
1990 - Nigel Mansell (Ferrari)
1991 - Gerhard Berger (McLaren Honda)
1992 - Gerhard Berger (McLaren Honda)
1993 - Alain Prost (Williams Renault)
1994 - Ayrton Senna, David Coulthard e Nigel Mansell (Williams Renault)
1995 - Johnny Herbert (Benetton Renault)
1996 - Eddie Irvine (Ferrari)
1997 - Pedro Paulo Diniz (Arrows Yamaha)
1998 - Heinz-Harald Frentzen (Williams Mecachrome)
1999 - David Coulthard (McLaren Mercedes)
2000 - David Coulthard (McLaren Mercedes)
2001 - Rubens Barrichello (Ferrari)
2002 - Rubens Barrichello (Ferrari)
2003 - Rubens Barrichello (Ferrari)
2004 - Rubens Barrichello (Ferrari)
2005 - Rubens Barrichello (Ferrari)
2006 - Giancarlo Fisichella (Renault)
2007 - Lewis Hamilton (McLaren Mercedes)
2008 - Felipe Massa (Ferrari)
2009 - Heikki Kovallainen (McLaren Mercedes)
2010 - Lewis Hamilton (McLaren Mercedes)
2011 - Mark Webber (Red Bull Renault)
2012 - Mark Webber (Red Bull Renault)
2013 - Mark Webber (Red Bull Renault)

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Paolo Guerrero e o fim de linha no Corinthians

Bom, gente. Nesta última semana aconteceram muitas coisas no nosso futebol, mas um assunto que não me sai da cabeça nestes dias foi a ida de Paolo Guerrero para o Flamengo, transação já concretizada.



O que me chama a atenção, num mundo onde já não se tem mais o amor pela camisa, foi o fato deste jogador, ter feito muitas declarações de que jamais vestiria uma camisa de outro clube brasileiro e depois reclamando de seus direitos de que ele merecia ganhar mais, numa época de crise e recessão, ele falando de que, pelo que ele fez pelo Corinthians, merecia sim ser valorizado e que o time resolveu abrir os cofres para outros jogadores que renderam abaixo do esperado (resumindo: não fizeram pôrra nenhuma no time e ganhavam salários mais altos para ficarem no banco).

Como não houve acordo entre Diretoria do Timão e o jogador, Guerrero foi liberado para atuar em outro clube, mas o que me chama a atenção é que no Flamengo, ele acertou por um valor menor do que ele pedia no Timão e que aceitou diluir suas luvas em parcelas iguais. Ou seja, para o Timão, ele queria receber à vista. Mas em outro clube, ele aceita ceder dali e daqui para realizar o sonho dos flamenguistas de “vestir o manto sagrado”, como a torcida deles sempre se vangloria e fala sobre seu time, dizendo sempre que “o sonho de todo jogador é jogar pelo Flamengo no Maracanã lotado e dar alegrias a maior torcida do mundo”, e coisas assim....



Esta situação me fez lembrar a de Rivaldo nos anos 1990. Era uma promessa do Mogi Mirim que estava atuando e se destacando no Corinthians, mas estava no time emprestado apenas. Rivaldo fez boas atuações com a camisa do Timão, mas o time não tinha como pagar o que o Mogi Mirim pedia pelo passe de Rivaldo. Eis que o Corinthians resolve depois de inúmeras tentativas fracassadas de manter o jogador, desistir dele. Depois disto, o Mogi Mirim aproveitou uma proposta menor da Parmalat e aceitou vendê-lo, para reforçar o Palmeiras. O resultado foi que na final do Brasileiro de 1994, ele comeu a bola e com a camisa do Porco, enterrou o Timão naquela decisão marcando três gols em cima da gente. Caiu nas graças do Palmeiras e depois proferiu palavras de ódio ao Timão, dizendo que não foi valorizado enquanto jogador do Corinthians.



Agora, vem a mesma história com Paolo Guerrero. Já to até imaginando Corinthians x Flamengo em Itaquera, a torcida corinthiana vaiando e xingando o Guerrero de mercenário, ele vai lá e marca o gol da vitória do Flamengo, calando a torcida e provocando nosso time. Pra depois, a imprensa maldita pegar dele uma declaração de que ele saiu com raiva e ódio do Corinthians porque não valorizaram o que ele fez de bom enquanto jogador do Timão.

Pois bem, Guerrero. Vá com Deus... a torcida do Corinthians será lhe eternamente grata pelos gols que marcou com a nossa camisa, principalmente aqueles no Mundial de Clubes de 2012 no Japão e pela vitória em cima do Chelsea ING na grande final. Mas agora temos que pensar na gente. Os jogadores sempre passam, mas o clube é que fica neste momento. E agora é procurar tocar o barco em frente e nos acostumar a enfrentar um jogador que sempre deu alegrias para o nosso time, como muitos outros ídolos com passagem marcante pelo Timão fizeram. Agora eu quero ver os mesmos flamenguistas que tinham inveja e defenestravam o Guerrero agora ter coragem de te aplaudir. O povo tem memória curta mesmo. E são estes mesmos torcedores flamenguistas que antes falavam que você era um cabeça de bagre, agora vão querer te endeusar e te naturalizar para jogar na Seleção Brasileira.

É esperar e ver e logo logo os leitores vão ver que eu não estou mentindo...

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Vinte craques que nunca conquistaram a Copa Libertadores da América

Bom, gente. Assistindo aos jogos da competição sulamericana, reparei que muitas vezes esta competição é meio que injusta. Não basta necessariamente um clube ter muitos craques ou montar esquadrões poderosos para ganhar a competição. E eu aqui estava pensando em muitos craques que nunca chegaram a ganhar a Libertadores por um motivo ou outro. Com base nisto, elaborei uma pequena lista de jogadores famosos que marcaram época durante um tempo, mas nunca conseguiram chegar a ganhar a competição. Então aqui vai:



SÓCRATES – Ao contrário de seu irmão Raí, que ganhou duas vezes o troféu, o Doutor Sócrates acabou pagando o preço pelo fato do time do Corinthians não ter chegado a decisões de campeonatos brasileiros nos anos 1980. Sócrates e a Democracia Corinthiana jamais disputaram a competição sulamericana na história do torneio.



ADEMIR DA GUIA – O Divino, maior craque da história do Palmeiras, disputou a Libertadores por quatro vezes e o máximo que conseguiu foi o vice-campeonato em 1968, perdendo depois de três jogos para o Estudiantes ARG.

NILTON SANTOS – Somente uma vez ele disputou a competição, jogando pelo Botafogo, e foi eliminado nas semifinais de 1963 pelo Santos de Pelé e Cia. O time chegou a engrossar na Vila Belmiro com um empate com 1 x 1, mas perdeu de goleada no Maracanã por 4 x 0 e a geração vitoriosa do Botafogo dos anos 1960 nunca mais teve outra chance de disputar o torneio.



FIGUEROA – O melhor estrangeiro da história do futebol brasileiro participou de várias Libertadores, seja pelo Peñarol URU, seja pelo Internacional, seja pelo Palestino ou Colo Colo do Chile, mas o craque chileno nunca chegou às finais da competição.



ROMÁRIO – O baixinho, que deu o tetracampeonato da Copa do Mundo de 1994 para o Brasil, só disputou uma Libertadores, em 2001, pelo Vasco da Gama, e foi eliminado nas quartas-de-final.




RIVALDO – Chegou a ser considerado o melhor jogador do mundo pela FIFA nos anos 1990. No entanto, não teve a mesma sorte quando o assunto é Libertadores. Disputou duas edições (1995 pelo Palmeiras e 2004 pelo Cruzeiro) e em ambas fracassou.

RONALDO FENÔMENO – Caso parecido com o de Rivaldo, ganhou títulos no futebol europeu e foi artilheiro do Brasil na campanha do Penta em 2002. Em matéria de Libertadores, disputou três vezes a competição (1994 pelo Cruzeiro e 2010 e 2011 pelo Corinthians). A eliminação do Corinthians para o Tolima na Pré-Libertadores de 2011 forçou a saída dele e a aposentadoria.

EDMUNDO – O animal sempre teve fascínio pela competição, pois ela dá a vaga para o Mundial de Clubes (na época, Intercontinental). No entanto, fracassou três vezes que disputou. Em 1994 pelo Palmeiras, brigou com Vanderlei Luxemburgo e foi afastado. Em 1995, arrumou um incidente diplomático em um jogo no Equador e logo depois deixou o clube. Em 1996 disputou o torneio pelo Corinthians e caiu nas quartas-de-final para o Grêmio.



TÚLIO MARAVILHA – Somente uma vez ele disputou a competição, pelo Botafogo em 1996. Ficou marcado um gol inusitado contra a Universidade Católica, onde ele, com o gol escancarado, parou, virou de costas e deu de calcanhar para marcar. O time foi eliminado nas oitavas de final pelo Grêmio.

ROBERTO DINAMITE – Com ele no time, duas vezes o Vasco disputou a competição (1975 e 1985) e em ambas, deu vexame e foi eliminado na primeira fase da competição. Na edição de 1985, Fluminense e Vasco tiveram o pior desempenho de representantes brasileiros na competição, onde ambos foram eliminados por Argentinos Juniors e Ferro Carril Oeste, times sem tradição na Argentina na época.

FALCÃO – Pelo Internacional, disputou três vezes a Libertadores e o máximo que conseguiu foi o vice-campeonato de 1980. No primeiro jogo da decisão contra o Nacional URU, recém negociado com a Roma, Falcão foi vaiado pela torcida durante todo o jogo dentro do estádio Beira-Rio.

ALEXANDRE PATO – Ele surgiu no Internacional durante o Mundial de Clubes de 2006. Assim, disputou a Libertadores de 2007, mas logo, com a eliminação precoce do time, foi negociado para o Milan. Depois, disputou ainda a competição em 2013 pelo Corinthians e em 2015 pelo São Paulo, em ambas caindo nas oitavas-de-final.




KAKÁ – Caso parecido com o de Sócrates, surgiu no São Paulo em 2001 num período de vacas magras do time, onde o São Paulo estava fora da Libertadores. Ele saiu do time em 2003 e o clube voltou à competição internacional somente em 2004. Em 2014, voltou para o São Paulo e ajudou o time a se classificar para 2015, mas sem acordo, o jogador foi para o Orlando City este ano.

ROBINHO – Depois daquela final das pedaladas no Brasileirão de 2002 (o último que teve mata-mata) contra o Corinthians, o time do Santos disputou a Libertadores de 2003 e estava atropelando os adversários e seguindo invicto na competição. Até topar com o Boca Juniors de Carlos Bianchi e Carlitos Tévez na final e aí o Santos afundou na decisão. Robinho ainda jogaria depois no ano seguinte, mas sem repetir o desempenho da campanha anterior.

LUIZ FABIANO – O “fabuloso” disputou a Libertadores pelo São Paulo por três vezes e a melhor campanha foi em 2004 onde caiu nas semifinais para o desconhecido Once Caldas da Colômbia.



PAOLO GUERRERO – Caso parecido com o de Alexandre Pato no Internacional chegou ao Corinthians durante o segundo semestre de 2012 e foi o herói do Mundial de Clubes. Mas em Libertadores, fracassou duas vezes em 2013 e 2015, ambas caindo nas oitavas de final.

FRED – O jogador do Fluminense e da seleção brasileira participou das edições de 2011 a 2013, e o máximo que conseguiu foi chegar até as quartas-de-final por duas vezes seguidas, em 2012 e 2013.

RAMIREZ – Disputou em 2009 e 2010 pelo Cruzeiro, parando em 2009 na final para o Estudiantes ARG e em 2010 perdeu para o São Paulo.

SERGINHO CHULAPA – Jogador polêmico na sua época disputou a competição pelo São Paulo em 1978 e 1982, ambas ficando na Fase de Grupos.



MARADONA – O maior jogador do mundo para os argentinos, campeão da Copa de 1986 também nunca disputou a competição. Quando jogava no futebol argentino, atuou por Argentinos Juniors, Boca Juniors e Newell´s Old Boys em épocas que estes clubes não estavam envolvidos na competição. Maradona só comemorava os títulos de Libertadores na condição de torcedor do Boca Juniors, seu clube de coração, nas tribunas de honra do estádio La Bombonera.

Menção honrosa para:



VANDERLEI LUXEMBURGO – Passou por vários clubes no Brasil seja como jogador seja como treinador, inclusive treinando a seleção brasileira e o Real Madrid ESP. O melhor resultado dele nesta competição foi em 2007 treinando o Santos, quando caiu nas semifinais para o Grêmio no gol agregado depois de ter passado por todas as fases e feito a melhor campanha da Fase de Grupos com 100% de aproveitamento. Luxa ainda treinou o Palmeiras, o Cruzeiro e o Grêmio nesta competição em épocas diferentes.



DUNGA – O atual técnico da seleção brasileira também não sabe o que é disputar a Libertadores. Ele, como jogador, atuou no Internacional, Corinthians, Santos, mas pegou estes clubes numa fase que eles estavam em baixa no cenário nacional e que, portanto não disputaram a competição.



JÚLIO CÉSAR FALCIONI – O técnico argentino disputou como jogador a competição atuando pelo América de Cali COL nos anos 1980 e ficou marcado com um tri-vice inédito do time para clubes diferentes: em 1985 perdeu para o Argentinos Juniors; em 1986 para o River Plate e em 1987 para o Peñarol URU. Para piorar a situação, era ele o técnico do Boca Juniors que perdeu a final de 2012 para o Corinthians.


sábado, 9 de maio de 2015

As vinganças de Felipão

Bom, gente. Depois de passada esta época de Copa do Mundo, estava aqui analisando as passagens do técnico Luiz Felipe Scolari (Felipão) pelo futebol e descobrindo, através de sua data de nascimento, o porque de acontecerem de fato alguns episódios conhecidos da vida de algumas pessoas neste esporte.



Felipão nasceu em 09/11/1948, o que significa que ele é do signo de Escorpião. E este signo é marcado pela forma como trata as suas situações, a teimosia excessiva e a forma de planejar e executar vinganças pessoais quando alguém o machuca ou o magoa, seja no profissional, seja no afetivo, seja no lado pessoal e não descansa enquanto o que ele arquitetou não chegar ao resultado final. Então, aqui, vou citar alguns casos onde ele executou algumas vinganças pessoais e acabou se dando bem nelas (ou não).

Logo na primeira passagem pelo Grêmio, ele arrumou briga com um certo cara chamado Manoel Tobias, tudo isto por este jogador ter questionado a sua perda de posição para um outro jogador. Na hora de renovar o contrato, Felipão não autorizou o negócio e  Tobias, uma promessa do Grêmio naquela época, acabou sendo expurgado do time, e também do futebol, perdendo a oportunidade de se sagrar campeão da Libertadores de 1995 e tendo que se redescobrir no futsal, onde virou ídolo. Até hoje Manoel Tobias e Felipão não se falam...


 Veio depois a passagem de Felipão para o Palmeiras (um antigo rival de Felipão em mata-matas históricos entre Grêmio x Palmeiras na metade dos anos 1990) e com ela, ocorreram alguns episódios. No primeiro ano dele, em 1997, arrumou briga com Viola, porque este não gostou de ser substituído por ele durante um jogo. Mas Felipão arquitetou com o tempo a sua vingança. Na final do campeonato daquele ano entre Vasco x Palmeiras, Viola se machucou gravemente durante o jogo, ficando de olho roxo e saindo na maca.

Felipão ordenou largarem ele lá no chão do vestiário do Maracanã sozinho sem assistência médica nenhuma enquanto o côro estava comendo na final e assim o Palmeiras perdeu o título e Viola foi praticamente expulso do Parque Antarctica logo assim que se recuperou. Felipão preferiu que a Parmalat contratasse o Paulo Nunes para ser o homem gol do time na sequência. Viola, quando perguntado sobre Felipão, acaba sempre vociferando palavras de raiva e ódio por ter sua passagem pelo seu time de coração abreviada.



Logo depois, vieram outros episódios. Lembram das famosas embaixadinhas do Edilson em 1999 e que terminaram em pancadaria no clássico Corinthians x Palmeiras? Pois bem, Edilson e Felipão bateram boca depois do jogo ao vivo para todo mundo ouvir e logo depois da troca de farpas, ele esperou o momento da vingança, no jogo seguinte entre Corinthians x Palmeiras, onde botou os marcadores cercarem o Edilson e só sossegarem quando o aleijassem e ele deixasse o campo na maca. Resultado: o Palmeiras goleou e Edilson acabou parando no estaleiro.

Ainda sobre Corinthians x Palmeiras, os porcos lembram com carinho a penalidade que Marcos pegou de Marcelinho Carioca. Mas foi tudo um plano maquiavelicamente arquitetado por Felipão depois da primeira partida onde o Timão ganou por 4 x 3. Ele inflou os jogadores do Palmeiras e declarou que era preciso ter ódio e raiva para ganhar do time. O que ninguém viu foi que logo depois do pênalti do Marcos, Felipão saiu correndo e comemorando, mostrou uma banana para a torcida corinthiana e incentivou os jogadores do Palmeiras a provocarem a torcida adversária nas comemorações. Até hoje de pensar nisto eu sinto raiva, ódio e desprezo pela figura do Felipão, que saiu todo saltitante e cantando vantagem por esta partida.



Mas talvez o episódio de vingança mais arquitetado que Felipão se saiu bem foi a Copa de 2002. Explica-se: ele cortou Romário da delegação da seleção alegando quebra de confiança. Com a torcida enchendo o saco implorando a convocação dele, Felipão bateu o pé e não levou Romário para a Copa. Mas aí o Brasil deu uma sorte de que tinha Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho e faturou o penta, vangloriando-se de ter derrubado a torcida, executando assim a sua maior vingança contra o povo brasileiro, sacramentando depois sua ida a Portugal.

Mesmo depois de passar por Portugal, Chelsea, Uzbequistão, ele voltou a aprontar suas vinganças e o Corinthians foi mais uma vez vítima dele. Lembram do jogo do "Fala Muito, Fala Muito, Fala Muito..." que o Tite repetiu para ele??? Pois bem, Felipão foi expulso de campo e o Palmeiras foi eliminado. Ele esperou Corinthians x Palmeiras se enfrentarem novamente desta vez no Campeonato Brasileiro e armou uma arapuca, ficando longe do banco e botando Valdívia para catimbar e enervar os adversários durante o jogo. Palmeiras ganhou o clássico (a última vitória do Porco em cima da gente em 2011) e Felipão foi tratado como gênio pela imprensa nacional.





Por fim, a última vingança dele, mas desta vez, ele se ferrou (claro, não se pode ganhar todas, afinal...). Ele teve uma discussão feroz contra Daniel Alves após a disputa de pênaltis entre Brasil x Chile que o Brasil avançou. A coisa ficou feia no vestiário e há quem diga que Felipão queria esmurrar Daniel Alves. O jogador, depois desta briga, foi afastado definitivamente do time titular e nunca mais atuou na Copa. O Brasil começou a perder a Copa ali. Daniel Alves foi sunstituído por Maicon, Neymar se machucou contra a Colômbia, e logo depois, bem... veio aquilo que o povo não gosta de falar e que muitos culpam até nossa Presidenta pelo fracasso do Brasil na Copa.

Agora no Grêmio, ele tenta reconstruir sua carreira. Resta saber se ele vai reconstruir sua humildade, porque afinal, os humildes sempre se ferram e só os arrogantes é que são os fódões. Vamos ver como é que vai administrar daqui pra frente seu caminho, se não pintarem outros episódios de vingança para Felipão querer desfrutar e se deliciar.